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Brasileirinhos apátridas: meu filho está dentro ou fora dessa?
A Certidão de Nascimento dessas crianças, emitida pelos Consulados Brasileiros no mundo inteiro contém, bem no final, a ressalva: “De conformidade com o §3°, do artigo 32, da Lei 6.015/73, o registro do nascimento só valerá como prova de nacionalidade brasileira desde que o registrando OPTE, A QUALQUER TEMPO, PELA NACIONALIDADE BRASILEIRA NA JUSTIçA FEDERAL”. Isto é confirmado no texto da Constituição do Brasil, que após a aprovação da Emenda Constitucional que entrou em vigor no dia 7 de junho de 1994 dispõe o seguinte: Art. 12. São brasileiros: i - natos:
Ao completarem 18 anos, o que para os primeiros casos ocorrerá em junho de 2012, só manterão a nacionalidade brasileira os jovens nascidos no exterior que passarem a residir no Brasil ou optarem diante da Justiça Federal pela nacionalidade brasileira. Caso contrário eles não poderão portar passaporte brasileiro ou qualquer outro documento nacional, apesar de tê-lo feito durante 18 anos. E o que são os Apátridas? São pessoas sem país. Este será o caso dos filhos de casais brasileiros residentes no exterior e que nasceram em um país onde não há direito de solo. Eles não têm o direito de receber a nacionalidade do país onde nasceram e recebem provisoriamente do Consulado Brasileiro um Registro de Nascimento e um Passaporte. Ao completarem 18 anos, segundo a Constituição, eles PERDERÃO O DIREITO A ESTES DOCUMENTOS E DEVERÃO RESIDIR NO BRASIL PARA MANTEREM A NACIONALIDADE BRASILEIRA. Os filhos de casais binacionais e que nasceram em países como a Suíça, que atribui a nacionalidade pelo direito consangüíneo, não serão apátridas, pois têm direito à nacionalidade oriunda do pai ou da mãe. Mas isso não diminui o absurdo porque elas continuarão SEM O DIREITO DE SEREM BRASILEIRAS, caso decidam continuar residindo no país onde nasceram. Por tudo isso, estamos engajados na luta para aprovar o Projeto de Emenda Constitucional N. 272/00 (PEC 272/00). Contamos com sua adesão! Sandra Rodrigues
Urech
(grupovivências@gmx.ch)
e Irene Zwetsch (info@cigabrasil.ch),
da Comissão pró-Conselho Brasileiro na Suíça |
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